Mais um desenho de Aiabás e algumas lições de Oxum!
Nós tivemos de nos revestir com uma forte “armadura” para conquistar
e manter nosso lugar nesse mundo patriarcal, masculino, competitivo
e muitas vezes feroz. Isso foi essencial para deixarmos o papel
de submissão que representamos por séculos.
Aprendemos a lutar, o que foi necessário e muito bom, mas com isso
também fomos desaprendendo outras formas de estar no mundo.
Oxum pode nos relembrar ou mesmo ensinar outras maneiras de lidar
com a vida.
Podemos começar nos fazendo alguns questionamentos, do tipo:
será que é preciso entrar em todas as guerras que aparecem? Será que
essa luta que se apresenta é valiosa e realmente necessária, ou estamos
nela porque não suportamos não vencer? Será que todas as batalhas em
que entramos são nossas, ou estamos assumindo batalhas de outros só
porque vestimos a roupa de guerreiras? Será que por vezes não é mais
sábio ficarmos ocupadas com outras coisas e deixar que a guerra termine
por si?
Com frequência, guerrear ou não pode ser uma escolha.
Às vezes,
deixar o conflito para lá e não querer vencer a qualquer custo é a atitude
mais inteligente a ser tomada.
Precisamos aprender a discriminar as boas e necessárias lutas nas
quais devemos nos engajar daquelas que só nos fazem perder tempo e
energia!
Trecho do meu livro: O LEGADO DAS DEUSAS

Nossa... Perdi o fôlego com tamanha sincronicidade. Minha terapeuta indicou ontem a leitura de "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada". Estou na metade do livro, e me deparo com o seu post falando sobre armaduras e batalhas. Fiz uma mandala sobre Iemanjá pouco antes do post que publicaram sobre ela. Algum email em que possa enviá-la a vocês? Beijos e até!!!
ResponderExcluirSim, claro Carol, meu email é crisbalieiro5@yahoo.com.br. Vou adorar receber sua mandala. E eu e a Bia adoramos sincronicidades.
ResponderExcluirAbraço
Cris